NOVO

Havoxil/ Ácido Peracético 1L

 

40602

Havoxil - Desinfetante para Hortifrutícolas/ Ácido Peracético - 1L

BACTERICIDA/ESPORICIDA/FUNGICIDA/SEGURO/BIODEGRADÁVEL

( Excelente para prevenir e combater podridão de raízes)

Mais detalhes

R$ 125,00

Cálculo do Frete

Aguardando CEP

BACTERICIDA/ESPORICIDA/FUNGICIDA/SEGURO/BIODEGRADÁVEL

A melhor escolha para desinfecção segura de frutas, legumes e verduras.

Descrição:

  • Desinfetante para hortifrutícolas.
  • Solução equilibrada, incolor, de odor forte e característico, constituída de ácido peracético, peróxido de hidrogênio, ácido acético e veículo estabilizante. É um desinfetante com ação bactericida, esporicida e fungicida seguro e biodegradável.
  • Isento de metais pesados em sua composição. Ambientalmente compatível. É indicado para o uso profissional no preparo de soluções para a desinfecção das hortifrutículas com total segurança alimentar, pois sua decomposição gera apenas água e oxigênio, garantindo assim total conformidade com as normas que regulam o mercado brasileiro e o de exportação de hortifrutícolas.
  • Após a desinfecção não ocorre nenhuma alteração nas características organolépticas dos vegetais, nem mesmo fitotoxicidade. 
  • É indicado para o uso profissional no preparo de soluções para a desinfecção das hortifrutículas com total segurança alimentar, pois sua decomposição gera apenas água e oxigênio, garantindo assim total conformidade com as normas que regulam o mercado brasileiro e o de exportação de hortifrutícolas. Após a desinfecção não ocorre nenhuma alteração nas características organolépticas dos vegetais, nem mesmo fitotoxicidade.

 

Composição:

Ácido Peracético

15%

Peróxido de hidrogênio

23%

Ácido acético

16%

Veículo estabilizante

qsp

 

Princípio ativo:

Ácido Peracético

15%

 

Dados técnicos:

Aspecto, cor

Líquido, incolor

Odor e limite de odor

Pungente

pH

< 1,0

Ponto de fusão/ponto de congelamento

-42°C (valor calculado)

Ponto de ebulição

105°C (valor calculado)

Inflamabilidade

Produto não inflamável

Densidade

-3 1,130 a 1,150 g.cm

Aplicações do HAVOXIL em sistema de hidroponia para tratamento e controle de diferentes fitopatógenos

 

Para aplicações em hidroponia o HAVOXIL pode ser facilmente solubilizado no tanque pulmão que abastecerá os canais de cultivo. A água estará sendo tratada para que não ocorram contaminações via radicular, principalmente se esta água for de origem de poços ou de cursos livres de água. O HAVOXIL agirá sobre fungos e bactérias, seja na ação de erradicação como na ação de manutenção ou preventiva. O HAVOXIL não alterará nenhuma propriedade dos micro ou macro nutrientes, desde que sejam quelatizados ou complexados. O responsável técnico avaliará um melhor manejo e ciclo de aplicação do produto de acordo com o tipo de doença e sensibilidade da hortaliça cultivada para que não ocorra fitotoxicidade radicular.

Além dos efeitos de desinfecção, o HAVOXIL auxiliará na redução do pH da água (aproximadamente 5,0), garantindo disponibilidade de H+, aspecto físico-químico importante para espécies que tendem naturalmente à alcalinizar o meio em função do processo metabólico e troca gasosa radicular. Também haverá disponibilização de peróxido de hidrogênio na água, melhorando a oxigenação e estimulando a formação de peroxidase pelo tecido vegetal, havendo assim uma estimulação metabólica.

Outra via de aplicação do HAVOXIL é por aspersão e nebulização, principalmente se o cultivo hidropônico ocorre em estufas. Naturalmente este ambiente está mais suscetível à contaminações fúngicas e bacterianas pela elevada umidade e temperatura, por esta razão o HAVOXIL pode ser diluído na concentração de 20 a 30 ppm na água de umidificação da estufa. Isto garantirá a sanidade do ambiente e, consequentemente haverá uma ação benéfica na parte aérea das hortaliças cultivadas.

Além disso, o produto é seguro para a estrutura da estufa, não havendo nenhuma ação corrosiva sobre os metais ou degradação dos plásticos. Esta característica merece destaque quando se compara o HAVOXIL com produtos clorados causam severa corrosão na estrutura metálica e ressecamento dos plásticos, diminuindo assim a vida útil do material.

 

METODOLOGIA

 

Fitopatógenos alvo

 

Pythium ssp.

Espécie de fungo que pode causar podridões de raízes. Pythium graminicola e Pythium debaryanum são os mais frequentes. Estes fungos caracterizam-se por apresentar micélio fino, de coloração branca e aspecto cotonoso, no qual são produzidos os esporângios, responsáveis pela reprodução assexuada do fungo. A fase sexuada caracteriza-se pela formação de oósporos, que também atuam como estruturas de resistência do patógeno, responsáveis pela sua sobrevivência em condições desfavoráveis.

Oídio

Dá-se o nome de oídio às doenças de plantas causadas pelos fungos da família Erysiphaceae. A grande maioria deles são parasitas obrigatórios e causadores de doenças em diferentes espécies de plantas. Eles apresentam um micélio superficial que extrai nutrientes da planta hospedeira através de hifas que penetram nas células da epiderme do hospedeiro por meio de órgãos de absorção chamados haustórios. Os sintomas são pontos ou manchas pulvurulentas na cor branca ou cinza, sobre as folhas, flores e frutos; queda das flores, queda dos frutos, rachadura nos frutos.

Míldio

O fungo Pseudoperonospora cubensis é o agente causal do míldio. Este fungo está amplamente distribuído nas regiões produtoras de cucurbitáceas e freqüentemente causa grandes perdas econômicas. Inicialmente, as folhas apresentam na face superior manchas cloróticas, angulares, delimitadas pelas nervuras. Com a evolução da doença há o aumento na quantidade de manchas, principalmente ao longo das nervuras. Eventualmente, estas manchas coalescem e tornam-se bronzeadas a marrons, formando uma fina camada branca a cinza sobre a superfície da folha. Na face abaxial, são observadas áreas encharcadas, com formação de frutificações do fungo (esporangióforos e esporângios) de coloração verde-oliva a púrpura.

Cercosporiose

É causado pelo grupo de fungos Cercospora spp que afeta todas as partes aéreas das plantas, chegando a causar a desfolhação total. A doença se caracteriza por causar manchas necróticas nas folhas, depreciando seu valor comercial. As principais hospedeiras deste complexo de fungos são plantas da família Leguminosae. Cercospora canescens, uma das espécies mais importantes dentro deste complexo, foi identificado causando danos em 123 espécies de 42 gêneros desta família, e ainda parasita 13 espécies de outras 11 famílias diferentes. O sintoma típico da doença são lesões necróticas nas folhas. A doença começa a se manifestar nas folhas mais velhas e inferiores como diminutas manchas marrons, rodeadas por tecido clorótico, evoluindo para manchas irregulares ou angulares, variando a coloração de canela a marrom. As lesões totalmente desenvolvidas são ligeiramente deprimidas e necróticas. Os sintomas se dispersam progressivamente para a parte superior da planta, podendo ocupar áreas extensas nas folhas devido à coalescência das lesões.

Bacterioses

São chamadas de bacterioses as fitopatologias causadas por bactérias ou associações delas que podem infestar diferentes culturas, sendo as principais: Cancro-bacteriano (Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis), Pinta bacteriana (Pseudomonas syringae pv. tomato), Murcha bacteriana (Ralstonia solanacearum), Talo oco e podridão mole (Erwinia spp.).

 

Doses de aplicações

 

Forma de aplicação

Dose recomendada

Observações

Solução nutritiva para folhosas

20 a 40 mL para 1000 L, que correspondem a de 3 a 6 ppm

A reposição é realizada de maneira proporcional à quantidade de água e nutrientes repostos

Solução nutritiva para cultivo de tomate

30 a 60 mL para 1000 L, que correspondem a 4,5 a 9 ppm

Pulverização

4 a 15 mL para 20 L, que corresponde a 30 a 112,5 ppm

Processo de aplicação realizado através de bomba costal ou outro mecanismo de aspersão.

 

Preparo da calda

 

O produto é totalmente solúvel em água, não sendo necessário sistemas de agitação ou misturadores. Com utensílios simples para a agitação do tanque ou do reservatório já é possível garantir uma plena homogeneização. O produto deve ser adicionado sobre o volume total de água que será utilizada. Nesta etapa do processo deve-se ter cuidado e atenção para retirar o produto da embalagem original pois o HAVOXIL concentrado possui um odor avinagrado pungente. Embora não seja tóxico para as vias respiratórias ou dérmica deve-se usar EPI (óculos e luva) e realizar a operação num local arejado. Após a solubilização na água não haverá nenhum odor ou efeito tóxico sobre o trabalhador. Se outros produtos forem adicionados à calda, eles devem ser colocados após a adição do HAVOXIL. NUNCA FAÇA PRÉ-MISTURAS!

 

Incompatibilidades

 

O HAVOXIL é incompatível com produtos alcalinos (tipo calda bordolesa), com fertilizantes ou micro nutrientes não quelatizados, especialmente Fe2+, Fe3+, Cu+ (verde) e também com produtos clorados ou água ozonizada. Normalmente os tanques de nutrição são separados e em função do EC e com momentos bem distintos circulam os nutrientes nos canais, por canta disso, deve-se avaliar com critério qual tanque receberá o HAVOXIL.

 

CONCLUSÃO

 

O uso do HAVOXIL tem apresentado excelente controle de fitopatógenos que podem comprometer a produtividade e qualidade de folhosas e outros produtos cultivados em sistema hidropônico. Os relatos dos produtores validam o resultado fitossanitário e também a segurança do produto nas rotinas de trabalho.

 

 

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